É seda pura
________rasgada
É trama nobre
________esgarçada
É fim de festa
É ressaca
É sala vazia
É luz apagada
É o nada
________é o nada
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20.2.07
16.2.07
13.2.07
Pintura - Marcio Carvalho

Meu Rio
Não é cidade para ser bebida
Em gole de aguardente seco.
É cidade para ser sorvida.
Tal qual mulata que desce ladeira
E deixa Di e Lan boquiabertos.
É mar é rio é lago é Mario Lago!
É Carlos Minerva Lessa Assanhado!
É labirinto de curvas
Masculina feminina transexual.
É imã atraindo traindo.
É beijo na boca é mão no sexo
É boa noite de “Cinderelas”!
Estrelas iluminadas
Cataclisma vendaval.
É o bonde dos meninos
De Açúcar e de Santa-
É meu time é Lamartine!
É o pai que nos recebe, Redentor
De braços abertos.
É flecha cortada no peito
De seus Santos.
É pobre é rico é guerreiro
É padroeiro de todas as raças.
É vidraça!
Leia mais Marcio Carvalho:
NAVALHAS VOADORAS PARA CORTAR A TARDE, ed. SEERJ
http://www.almadepoeta.com/marciocarvalho.htm
MARCIO CARVALHO era jornalista, poeta, ensaísta e arte-educador. Diretor de Comunicação do SEERJ e membro do Grupo Poesia Simplesmente.Em 2006, representou o Brasil no Segundo Festival Latinoamericano de Poesia "ser al fin una palabra", dentro do Dia Mundial da Poesia, no México. Nasceu em 12/04/67 e se elevou a outro plano em 09/02/2007, aos 39 anos.
8.2.07
Podrão da Kombi
Passar a noite a base de champagne e finalizar com um podrão da Kombi. É bom. E eu gosto. Foda é postar isso no blog errado (aff...)
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Eu, minha gata, minha bagunça. Bom, bom, bom.
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De onde vem todo esse amor que ele nem merece (ou merece)?
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Eu, minha gata, minha bagunça. Bom, bom, bom.
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De onde vem todo esse amor que ele nem merece (ou merece)?
30.1.07
Gargalhada
Gargalhada
Minhas gargalhadas são altas e longas
preenchem os espaços
e brinco, debocho, às vezes passo os limites
ultrapasso sinais vermelhos,
espaços,
linhas amarelas
Minhas gargalhadas me acompanham
sempre comigo, mentindo por mim.
Aqui dentro, permanece o silêncio
a melancolia, a escuridão e a solidão.
A Enorme Solidão.
Que me acompanha, dia-noite-dia.
Não me basto. Preciso da companhia entorpecedora
de alguém de mãos quentes.
De um colo, um corpo quente colado ao meu.
Farsante, farsa, falsária.
Gargalhadas, piadas, brincadeiras:
tudo farsa.
Sou a criança que se perdeu da mãe na festa
Sou o estrangeiro que não fala a língua local e se descobre analfabeto
Sou o equívoco
o aborto
a aberração
Mas dou gargalhadas altas e longas
preencho espaços vazios
brindo-debocho, ácida, sarcástica,
invadindo espaços
ultrapassando as linhas amarelas.
E os olhares e ouvidos crus das ruas, bares e bibliotecas acreditam.
Amém ignorância. A farsante aqui agradece aos céus a miopia geral.
Minhas gargalhadas são altas e longas
preenchem os espaços
e brinco, debocho, às vezes passo os limites
ultrapasso sinais vermelhos,
espaços,
linhas amarelas
Minhas gargalhadas me acompanham
sempre comigo, mentindo por mim.
Aqui dentro, permanece o silêncio
a melancolia, a escuridão e a solidão.
A Enorme Solidão.
Que me acompanha, dia-noite-dia.
Não me basto. Preciso da companhia entorpecedora
de alguém de mãos quentes.
De um colo, um corpo quente colado ao meu.
Farsante, farsa, falsária.
Gargalhadas, piadas, brincadeiras:
tudo farsa.
Sou a criança que se perdeu da mãe na festa
Sou o estrangeiro que não fala a língua local e se descobre analfabeto
Sou o equívoco
o aborto
a aberração
Mas dou gargalhadas altas e longas
preencho espaços vazios
brindo-debocho, ácida, sarcástica,
invadindo espaços
ultrapassando as linhas amarelas.
E os olhares e ouvidos crus das ruas, bares e bibliotecas acreditam.
Amém ignorância. A farsante aqui agradece aos céus a miopia geral.
22.1.07
Rua
A rua triste olha os carros indiferentes que passam apressados. Será que eles me veem? perguntava-se sem curiosidade.
As árvores altivas, plantadas em suas calçadas, a olham de cima. Sentiam-se sujeito daquela oração. Não percebiam que eram menos que objeto. Auto-imagem subjetiva.
E a rua lá, com seus pedestres transitivos diretos. Seus sinais coordenados.
A rua é praticamente invisível. Apenas um caminho, uma rota de passagem. Mas só a rua está lá, presente, passado, futuro. A rua invisível e estática é também eterna.
As árvores altivas, plantadas em suas calçadas, a olham de cima. Sentiam-se sujeito daquela oração. Não percebiam que eram menos que objeto. Auto-imagem subjetiva.
E a rua lá, com seus pedestres transitivos diretos. Seus sinais coordenados.
A rua é praticamente invisível. Apenas um caminho, uma rota de passagem. Mas só a rua está lá, presente, passado, futuro. A rua invisível e estática é também eterna.
15.1.07
Desabamento nas Obras do Metrô de SP
"Um canteiro de obras da futura estação Pinheiros da linha 4-amarela do metrô, na zona oeste de São Paulo, desabou na tarde de sexta-feira (12). O acidente, de acordo com as construtoras responsáveis pela obra, ocorreu devido à instabilidade do solo da região, agravada pelas fortes chuvas que atingiram a cidade dias antes." Folha de São Paulo.
Vamos ver se eu entendi: as construtoras Não sabiam que chove em São Paulo. Hã? Ah, não é isso não? Hum... deixa eu pensar... as construtoras não sabiam que chove! Ah, também não é isso não... então... é... então eu não entendi mesmo não...
Outra coisa: as construtoras não deveriam saber da instabilidade do solo da região? Sabiam? Poxa, tô só perguntando...
Bom, depois que retirarem os corpos, a van e o entulho; depois que demolirem as construções no entorno condenadas pela defesa civil (vão indenizar os moradores, não vão? aliás, todos os proprietários dos "Palaces" do Sérgio Naya já foram indenizados? alguém sabe?); depois que abafarem o caso como de costume; depois de todos os depois: vão continuar a obra no mesmo lugar? Com toda a "instabilidade do solo da região"? Ai, que grosseria, tô só perguntando...
Vamos ver se eu entendi: as construtoras Não sabiam que chove em São Paulo. Hã? Ah, não é isso não? Hum... deixa eu pensar... as construtoras não sabiam que chove! Ah, também não é isso não... então... é... então eu não entendi mesmo não...
Outra coisa: as construtoras não deveriam saber da instabilidade do solo da região? Sabiam? Poxa, tô só perguntando...
Bom, depois que retirarem os corpos, a van e o entulho; depois que demolirem as construções no entorno condenadas pela defesa civil (vão indenizar os moradores, não vão? aliás, todos os proprietários dos "Palaces" do Sérgio Naya já foram indenizados? alguém sabe?); depois que abafarem o caso como de costume; depois de todos os depois: vão continuar a obra no mesmo lugar? Com toda a "instabilidade do solo da região"? Ai, que grosseria, tô só perguntando...
9.1.07
Criatura Insuportável
4.1.07
29.12.06
Chico, Milton, o amor, meu amor e eu
Choro Bandido - Chico Buarque
Composição: Edu Lobo / Chico Buarque
Mesmo que os cantores sejam falsos como eu
Serão bonitas, não importa
São bonitas as canções
Mesmo miseráveis os poetas
Os seus versos serão bons
Mesmo porque as notas eram surdas
Quando um deus sonso e ladrão
Fez das tripas a primeira lira
Que animou todos os sons
E daí nasceram as baladas
E os arroubos de bandidos como eu
Cantando assim:
Você nasceu para mim
Você nasceu para mim
Mesmo que você feche os ouvidos
E as janelas do vestido
Minha musa vai cair em tentação
Mesmo porque estou falando grego
Com sua imaginação
Mesmo que você fuja de mim
Por labirintos e alçapões
Saiba que os poetas como os cegos
Podem ver na escuridão
E eis que, menos sábios do que antes
Os seus lábios ofegantes
Hão de se entregar assim:
Me leve até o fim
Me leve até o fim
Mesmo que os romances sejam falsos como o nosso
São bonitas, não importa
São bonitas as canções
Mesmo sendo errados os amantes
Seus amores serão bons
Fé cega, faca amolada - Roupa Nova
Composição: Milton Nascimento - Fernando Brant
Agora não pergunto mais aonde vai a estrada
Agora não espero mais aquela madrugada
Vai ser, vai ser, vai ter que ser, vai ser faca amolada
O brilho cego de paixão e fé, faca amolada
Deixar a sua luz brilhar
e ser muito tranquilo
Deixar o seu amor crescer
e ser muito tranquilo
Brilhar, brilhar, acontecer.
brilhar faca amolada
Irmão, irmã, irmã, irmão
de fé, faca amolada
Plantar o trigo e refazer
o pão de cada dia
Beber o vinho e renascer
na luz de todo dia
A fé, a fé, paixão e fé
a fé, faca amolada
O chão, o chão, o sal da terra
o chão, faca amolada
Deixar a sua luz brilhar no pão de cada dia
Deixar o seu amor crescer na luz de todo dia
Vai ser, vai ser, vai ter que ser, vai ser muito tranquilo
O brilho cego de paixão e fé, faca amolada
Paula e Bebeto - Milton Nascimento
Composição: Milton Nascimento e Fernando Brant
Ê vida, vida, que amor brincadeira, à vera
Eles se amaram de qualquer maneira, à vera
Qualquer maneira de amor vale à pena
Qualquer maneira de amor vale amar
Pena, que pena, que coisa bonita, diga
Qual a palavra que nunca foi dita, diga
Qualquer maneira de amor vale aquela / amar / à pena / valerá
Eles partiram por outros assuntos, muitos
Mas no meu canto estarão sempre juntos, muito
Qualquer maneira que eu cante este canto
Qualquer maneira me vale cantar
Eles se amam de qualquer maneira, à vera
Eles se amam é prá vida inteira, à vera
Qualquer maneira de amor vale o canto
Qualquer maneira me vale cantar
Qualquer maneira de amor vale aquela
Qualquer maneira de amor valerá
Pena, que pena, que coisa bonita, diga
Qual a palavra que nunca foi dita, diga
Qualquer maneira de amor vale o canto / me vale cantar
Composição: Edu Lobo / Chico Buarque
Mesmo que os cantores sejam falsos como eu
Serão bonitas, não importa
São bonitas as canções
Mesmo miseráveis os poetas
Os seus versos serão bons
Mesmo porque as notas eram surdas
Quando um deus sonso e ladrão
Fez das tripas a primeira lira
Que animou todos os sons
E daí nasceram as baladas
E os arroubos de bandidos como eu
Cantando assim:
Você nasceu para mim
Você nasceu para mim
Mesmo que você feche os ouvidos
E as janelas do vestido
Minha musa vai cair em tentação
Mesmo porque estou falando grego
Com sua imaginação
Mesmo que você fuja de mim
Por labirintos e alçapões
Saiba que os poetas como os cegos
Podem ver na escuridão
E eis que, menos sábios do que antes
Os seus lábios ofegantes
Hão de se entregar assim:
Me leve até o fim
Me leve até o fim
Mesmo que os romances sejam falsos como o nosso
São bonitas, não importa
São bonitas as canções
Mesmo sendo errados os amantes
Seus amores serão bons
Fé cega, faca amolada - Roupa Nova
Composição: Milton Nascimento - Fernando Brant
Agora não pergunto mais aonde vai a estrada
Agora não espero mais aquela madrugada
Vai ser, vai ser, vai ter que ser, vai ser faca amolada
O brilho cego de paixão e fé, faca amolada
Deixar a sua luz brilhar
e ser muito tranquilo
Deixar o seu amor crescer
e ser muito tranquilo
Brilhar, brilhar, acontecer.
brilhar faca amolada
Irmão, irmã, irmã, irmão
de fé, faca amolada
Plantar o trigo e refazer
o pão de cada dia
Beber o vinho e renascer
na luz de todo dia
A fé, a fé, paixão e fé
a fé, faca amolada
O chão, o chão, o sal da terra
o chão, faca amolada
Deixar a sua luz brilhar no pão de cada dia
Deixar o seu amor crescer na luz de todo dia
Vai ser, vai ser, vai ter que ser, vai ser muito tranquilo
O brilho cego de paixão e fé, faca amolada
Paula e Bebeto - Milton Nascimento
Composição: Milton Nascimento e Fernando Brant
Ê vida, vida, que amor brincadeira, à vera
Eles se amaram de qualquer maneira, à vera
Qualquer maneira de amor vale à pena
Qualquer maneira de amor vale amar
Pena, que pena, que coisa bonita, diga
Qual a palavra que nunca foi dita, diga
Qualquer maneira de amor vale aquela / amar / à pena / valerá
Eles partiram por outros assuntos, muitos
Mas no meu canto estarão sempre juntos, muito
Qualquer maneira que eu cante este canto
Qualquer maneira me vale cantar
Eles se amam de qualquer maneira, à vera
Eles se amam é prá vida inteira, à vera
Qualquer maneira de amor vale o canto
Qualquer maneira me vale cantar
Qualquer maneira de amor vale aquela
Qualquer maneira de amor valerá
Pena, que pena, que coisa bonita, diga
Qual a palavra que nunca foi dita, diga
Qualquer maneira de amor vale o canto / me vale cantar
26.12.06
O Natal Nosso de Cada Dia
Rabanada, peru, presunto, chester
Champagne (?), vinho vagabundo, cidra cereser
Nozes, avelãs, promessas vãs
Festa teatral importada
Todos fingimos e não mudaremos em nada
Champagne (?), vinho vagabundo, cidra cereser
Nozes, avelãs, promessas vãs
Festa teatral importada
Todos fingimos e não mudaremos em nada
20.12.06
Raízes
Procuro minhas raízes:
estão em você, minha terra firme e fértil.
São sólidas, firmes.
Meu caule, sinuosoinsinuante, translúcido
demonstra a matéria-seiva de que sou feita.
Selvagem, úmida, viscosa, envolvente.
Sou sedução, vida e ego.
Trago vida em mim e me realimento em fotossíntese narcísica:
não é a luz do sol, mas a luz que vem dos meus olhos, que me mantém viva
e limpa o ar a minha volta.
Sou a essência do natural:
selvagem e vital.
Autofágica para preservação da vida.
Início, meio e fim.
Sou você e você está em mim.
17.12.06
Exponho sem pudor chagas no papel, para que tenham liberdade de cicatrizar no corpo e na alma.
::::::::::::::::::::
Dezembro de 2006. Observo os fantasmas dos baixos da vida, vivendo em uma dimensão paralela que se passa na década de 80, sob holofotes imaginários. Coitados. Culturalmente mortos.
::::::::::::::::::::
A renovação não está por vir. É fato já. Por vir, é quem vai ou não ficar.
Ele e eu
Ele tem mãos e pés enormes.
Eu tenho cara de criança.
Ele é de uma veemência indignada.
Eu sou de uma indignação malcriada.
Ele aparenta sobriedade (tá bom...).
Eu aparento timidez (então tá...).
Ele adora ser mimado.
Eu adoro mimar.
Ele gosta de animais e do sol.
Eu gosto de gatos e funciono a luz da lua.
Ele não sabe passar e-mail.
Eu durmo melhor quando ele liga pra dar boa noite.
Ele é cheiroso. Mal criado. Voluntarioso.
Eu só penso que ele é cheiroso, cheiroso, cheiroso.
só pensando alto
Eu tenho cara de criança.
Ele é de uma veemência indignada.
Eu sou de uma indignação malcriada.
Ele aparenta sobriedade (tá bom...).
Eu aparento timidez (então tá...).
Ele adora ser mimado.
Eu adoro mimar.
Ele gosta de animais e do sol.
Eu gosto de gatos e funciono a luz da lua.
Ele não sabe passar e-mail.
Eu durmo melhor quando ele liga pra dar boa noite.
Ele é cheiroso. Mal criado. Voluntarioso.
Eu só penso que ele é cheiroso, cheiroso, cheiroso.
só pensando alto
13.12.06
Tava na cara
Um tanto de realidade na lata
Um tanto de verdade na veia
Um tanto de sangue na cara
E não me falam os fatos
o que já não sei
Não me falam os fatos
nem os falos
Deitei e não escutei
Sufoquei o que senti
Anestesiei o que não vivi
Engoli os sapos
Encarei todas as pedras nos sapatos
E voltei pra casa com meus amores gastos
No silêncio, no quarto
eu e ela – a cretina no espelho
encaramos a intrusa falsária:
travestida de reflexão, se dizia verdade.
Mas a verdade, eu já sabia,
tava na lata
tava na veia
tava na cara
Um tanto de verdade na veia
Um tanto de sangue na cara
E não me falam os fatos
o que já não sei
Não me falam os fatos
nem os falos
Deitei e não escutei
Sufoquei o que senti
Anestesiei o que não vivi
Engoli os sapos
Encarei todas as pedras nos sapatos
E voltei pra casa com meus amores gastos
No silêncio, no quarto
eu e ela – a cretina no espelho
encaramos a intrusa falsária:
travestida de reflexão, se dizia verdade.
Mas a verdade, eu já sabia,
tava na lata
tava na veia
tava na cara
12.12.06
Dormir com a sensação boa de que tudo foi resolvido (mesmo quando esse "tudo" é só uma pequena mas significativa parte).
Tomar aquele banho maravilhoso se preparando pra se deitar. Só isso, dormir. Deitar na sua cama, no seu quarto, com a tranquilidade de saber que apesar dos pesares - e dos clichês - aquele espaço ali é seu. Só entra(m) aquele(s) para quem você abrir a porta. Tem dias que o melhor lugar é a nossa casa. E como isso é bom!
9.12.06
O negócio é falar difícil
...encontrei a progenitora semovente do de cujus, que deve estar comendo capim pela raiz de bruçus!...
Minha vida literária jamais será a mesma depois que conheci a Mani. Agora estou falando muito mais bonito. E me divertindo muito mais!!!
Minha vida literária jamais será a mesma depois que conheci a Mani. Agora estou falando muito mais bonito. E me divertindo muito mais!!!
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