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15.4.09

Lugar de maluco é no hospício

Cuidado, muito cuidado com o louco de pedra, disfarçado de maluco do bem, que se esconde atrás das boas memórias afetivas construídas em amizades de infância, do tempo da escola.

Esses são os piores. Usando como máscara o afeto das boas lembranças, vão criando redes de intriga de ruborizar de inveja os autores das mais rocambolescas novelas mexicanas e, como se não bastasse, quando menos se espera, mordem sua jugular. Porque vivem da energia vital dos outros.

Certas amizades devem mesmo ficar no passado.

Uma pena. Uma pena que aquela pessoa não exista mais e tenha se transformado em mais uma criatura desequilibrada que te telefona de tempos em tempos: alguns telefonemas para trocar confidências, como se o último encontro tivesse sido ontem; outros para berrar histericamente e tentar te responsabilizar pelas frustrações e relações fracassadas que carrega.

Chato, não é mesmo? Pois então, quando uma dessas pessoas aparecer na sua frente nem pense. Fuja!

E para a que invadiu o meu dia hoje, ocupando meu tempo e minha linha telefônica, que fique aqui o registro: não me procure mais, não me telefone, não me mande e-mails ou torpedos. Finja que não me viu se nos encontrarmos na rua. Não me cumprimente.

Não sou sua psiquiatra muito menos seu saco de pancadas.

E passe bem.

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